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 XVI.      Cremos que o batismo no Espírito Santo é o recebimento do prometido Consolador, em poderosa e gloriosa plenitude, a fim de revestir o crente com poder do alto; para glorificar e exaltar o Senhor Jesus; para dar uma palavra inspirada em testemunho dEle; para promover o espírito de oração, santificação e sobriedade para capacitar o indivíduo e a igreja a ganhar almas de maneira eficiente, prática, alegre, cheio do Espírito; e que, sendo esta ainda a dispensação do Espírito Santo, tem o crente todo direito de esperar o seu recebimento da mesma maneira pela qual o receberam judeus e gentios igualmente, nos dias bíblicos, conforme se encontra registrado na Palavra, de modo que possa ser dito de nós o que foi com respeito à casa de Cornélio; o Espírito Santo caiu sobre eles, no princípio, assim como em nós agora. (Jo. 14:16,17; At. 1:5,8; At. 2:4; At. 8:17; At. 10:44-46; . At. 19:6. e I Co. 3:16)

 

XVII.      Cremos que o Espírito Santo tem os seguintes dons a serem concedidos à Igreja cristã e fiel ao Senhor Jesus Cristo: a palavra de sabedoria, palavra de conhecimento fé, operação de maravilhas, dons de curar, profecia, discernimento, línguas, interpretação que, conforme o grau de graça e fé de quem os recebe, são repartidos a cada um diversamente, segundo a vontade do Espírito; que eles são dignos de serem mui avidamente desejados e buscados, na ordem e proporção em que mais sejam edificantes e benéficos à Igreja; e que o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, mansidão, bondade, benignidade, fé, temperança, deve ser manifesto, cultivado e cuidadosamente guardado como adorno resultante de uma vida cheia do Espírito e evidência constante, eloqüente e irrefutável disso. ( I Co. 12:1,31; . I Co. 12:11; 14:12; I Co. 14:12, Rm 11:29; Rm. 12:6-8; João 15:8 e Lc. 3:9, Gal, 5,22-23)

 

XVIII.      Cremos que, sendo o Espírito Santo como um vento poderoso e veemente, como línguas de chamas vivas, que podem sacudir e convulsionar comunidades inteiras para Deus, ele é, também, como uma delicada pomba, facilmente ofendido e magoado pela impiedade, frieza, vãs conversações, jactância e espírito de crítica ou julgamento, bem como pensamentos e ações que desonrem o Senhor Jesus; e que é, portanto, vontade de Deus que vivamos e andemos no Espírito, momento a momento, sob o precioso sangue do Cordeiro, a pisar respeitosa e suavemente na presença do Rei, sendo pacientes, amorosos, verdadeiros, sinceros, de oração, não murmuradores, estando a tempo e fora de tempo servindo ao Senhor. (Ef. 4:30-32; Ef. 6:18; Rm. 12:1,2; I Jo. 2:6; I. Co. 3:17 e Gl. 5:16,25)

 

 XIX.      Cremos que o governo é de ordenação divina para os interesses e a boa ordem da sociedade humana, e que os magistrados devem ser objeto de nossas orações. E que respeitaremos todo o tipo de autoridade porque ela foi colocada por Deus, a autoridade constituída por Deus serve para aprendemos a obedecer, pois Deus coloca cada pessoa de acordo com os seus planos para seu povo, e, não tendo com base somente o agora, mas o plano completo de Deus. (Rm 13.1-7; Dt 18.18; I Tm 2.1-3; At 5.29 e Dn 3.15- 18).

 

    XX.      Cremos que a missão suprema do povo de Deus nesta época é pregar o evangelho a toda criatura. [Mateus 28:16-20; Atos 1:8]